{"id":1573,"date":"2021-12-20T20:36:33","date_gmt":"2021-12-20T20:36:33","guid":{"rendered":"https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/?p=1573"},"modified":"2023-02-16T13:02:52","modified_gmt":"2023-02-16T13:02:52","slug":"panorama-critico-persistente-vontade-de-publicar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/panorama-critico-persistente-vontade-de-publicar\/","title":{"rendered":"Panorama Cr\u00edtico: Persistente Vontade de Publicar"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"has-text-align-right has-medium-font-size wp-block-heading\">Talitha Motter<sup>1<\/sup><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<br><\/strong>O presente texto relata como a Panorama Cr\u00edtico contribuiu para a minha atua\u00e7\u00e3o no mundo das artes, tra\u00e7ando reflex\u00f5es sobre os processos que envolvem a edi\u00e7\u00e3o de uma revista, bem como os seus momentos de a\u00e7\u00e3o, de pausa e de retomada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong><br>Panorama Cr\u00edtico; Revista de Arte Digital; Forma\u00e7\u00e3o Profissional; Edi\u00e7\u00e3o; Relato.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Para a edi\u00e7\u00e3o de retomada das atividades da Panorama Cr\u00edtico, escrevo o presente texto como um depoimento de como esta revista contribuiu para o meu processo de forma\u00e7\u00e3o em artes. Trago aqui, a partir de uma abordagem pessoal, como percebia e percebo os pap\u00e9is da Panorama Cr\u00edtico, buscando refor\u00e7ar a import\u00e2ncia de iniciativas como essa para o desenvolvimento de novos pesquisadores, te\u00f3ricos, cr\u00edticos e curadores. Acredito que a minha experi\u00eancia dialoga com a de muitos outros que estudavam no Instituto de Artes da UFRGS entre os anos de 2009 e de 2011, per\u00edodo que abarcou os primeiros n\u00fameros publicados por esse peri\u00f3dico independente.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2008, iniciei meu bacharelado em Artes Visuais. No entanto, logo percebi que n\u00e3o queria atuar como artista. Na \u00e9poca, n\u00e3o havia ainda o curso de Hist\u00f3ria da Arte e n\u00e3o existia mais a possibilidade de realizar a gradua\u00e7\u00e3o com \u00eanfase nessa \u00e1rea, ainda que fosse poss\u00edvel escolher se o trabalho de conclus\u00e3o de curso seria em po\u00e9ticas ou n\u00e3o. Diante disso, fui moldando a minha gradua\u00e7\u00e3o com as cadeiras dispon\u00edveis vinculadas ao \u00e2mbito da Hist\u00f3ria, Teoria e Cr\u00edtica de Arte. No entanto, sentia que, se eu quisesse come\u00e7ar a atuar mais diretamente no mundo da arte, eu n\u00e3o poderia ficar restrita somente \u00e0 experi\u00eancia de cursar essas disciplinas.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o me recordo do momento exato no qual fiquei sabendo da revista digital Panorama Cr\u00edtico. Por\u00e9m, era bem claro para mim que, se eu quisesse come\u00e7ar a publicar, eu deveria come\u00e7ar por ela, pois me parecia (e realmente era) um lugar acess\u00edvel: pouco importava em que etapa de forma\u00e7\u00e3o voc\u00ea estivesse, todos poderiam fazer parte de suas discuss\u00f5es. Em uma cadeira ministrada pela professora Blanca Brites no segundo semestre de 2009, eu e o meu colega, Marcos Fioravante, decidimos entrevistar a professora Bianca Knaak sobre a Bienal do Mercosul. Est\u00e1vamos escrevendo sobre os seus aspectos hist\u00f3ricos, econ\u00f4micos e sociais, e aquela conversa foi t\u00e3o significativa que pensamos em tentar publicar uma vers\u00e3o mais curta na revista Panorama Cr\u00edtico. E deu certo! A entrevista foi publicada na <a href=\"https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/edicoes-anteriores\/edicao-07\/\" data-type=\"page\" data-id=\"321\">edi\u00e7\u00e3o n.\u00ba 7<\/a> (KNAAK, 2010).<\/p>\n\n\n\n<p>Essa possibilidade criada pela Panorama de fazer circular o que os estudantes estavam produzindo para al\u00e9m do \u00e2mbito das disciplinas me fascinava. O cofundador da revista Alexandre Nicolodi, que realizou a sua gradua\u00e7\u00e3o em Artes Pl\u00e1sticas na UFRGS entre 2005 e 2009, comentou que tinha colegas que escreviam textos sobre uma determinada obra de arte, mas que n\u00e3o tinham o que fazer com eles. As pessoas estavam produzindo e n\u00e3o tinham onde publicar (NICOLODI, 2020). A revista buscava justamente dar um espa\u00e7o para esse posicionamento: \u201c[&#8230;] eu acho que a nossa grande quest\u00e3o foi, desde o in\u00edcio, se posicionar, porque o se posicionar \u00e9 um movimento cr\u00edtico, \u00e9 um pensamento cr\u00edtico\u201d (NICOLODI, 2020), pois aqueles que est\u00e3o cursando a gradua\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m comp\u00f5em o conjunto de atores da arte e deveriam ocupar o espa\u00e7o nos debates da \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que, em 2011, foi para a Panorama que submeti a minha primeira cr\u00edtica de arte, que buscou mostrar como as produ\u00e7\u00f5es de Let\u00edcia Lampert e de Rafael Pagatini, artistas que estavam na \u00e9poca cursando mestrado no PPGAV-UFRGS, propiciavam uma experi\u00eancia expandida do tempo contempor\u00e2neo (MOTTER, 2011). Essa entrevista e a cr\u00edtica permitiram observar que os peri\u00f3dicos de arte, as pessoas e as obras se inter-relacionam. Lembro-me da ideia de que humanos e n\u00e3o humanos interagem entre si, de maneira a transformar sentidos (LATOUR, 2007). A exist\u00eancia de uma revista que tem por miss\u00e3o \u201cviabilizar um lugar democr\u00e1tico, criterioso e independente acerca do pensamento cr\u00edtico e te\u00f3rico na \u00e1rea art\u00edstica\u201d (NICOLA; NICOLODI, 2010) permitiu que eu visse que minhas trocas com outros atores da arte (artistas, historiadores e produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas) poderiam ser transformadas em textos que teriam seu espa\u00e7o, como as obras que t\u00eam seus lugares de exposi\u00e7\u00e3o. Essas rela\u00e7\u00f5es, atravessadas pela revista, se desdobram pelo significado de terem sido materializadas naqueles n\u00fameros da Panorama Cr\u00edtico. A professora e amiga Bianca Knaak, desde ent\u00e3o, esteve presente em todas as etapas da minha trajet\u00f3ria. O Rafael, j\u00e1 o acompanhava em seu interesse pela gravura; e a Let\u00edcia, pude continuar a refletir sobre a sua produ\u00e7\u00e3o em um outro texto realizado para a Arte &amp; Ensaios (MOTTER, 2014).<\/p>\n\n\n\n<p>A vontade de publicar \u00e9 intr\u00ednseca \u00e0 pr\u00f3pria exist\u00eancia de uma revista. Yves Chevrefils Desbiolles, pesquisador de arte que consagrou uma boa parte de seus estudos \u00e0 hist\u00f3ria dessas publica\u00e7\u00f5es, afirma que as revistas possuem um \u201cdesejo imperativo de expressar algo\u201d<sup>2<\/sup> (CHEVREFILS DESBIOLLES, 2014, p. 22, tradu\u00e7\u00e3o da autora). Esse algo pode traduzir as motiva\u00e7\u00f5es editoriais que unem seus criadores ou o tecido complexo formado pelas diferentes proposi\u00e7\u00f5es sobre a arte gravadas nos seus conte\u00fados. A pausa das atividades da Panorama, ap\u00f3s o seu n.\u00ba 11, levou a um sentimento de incompletude, como o corte de uma parte de nosso sistema que permitia com que essa vontade de expressar algo pudesse se manifestar.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse sentimento de falta ficou em mim at\u00e9 que, no final de 2012, a Paola Fabres me convidou para criarmos uma revista, que chamamos de Arte ConTexto (FABRES; MOTTER, 2021). Uma publica\u00e7\u00e3o que se adaptou no tempo para ser tamb\u00e9m aquilo que os autores estavam procurando de uma revista. Devo dizer que a Panorama Cr\u00edtico, al\u00e9m de ter me mostrado que era poss\u00edvel publicar um texto enquanto estava come\u00e7ando a forma\u00e7\u00e3o, me mostrou que era pratic\u00e1vel conceber uma revista de maneira independente, sem muitos recursos e com uma estrutura que vai se formando no processo agregador de sua edi\u00e7\u00e3o. A consci\u00eancia de sua fact\u00edvel, contudo inusitada, exist\u00eancia \u00e9 registrada pelos editores no editorial do n.\u00ba 10:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote has-text-align-left is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Na contemporaneidade, onde diversos projetos apresentam-se de maneira intermitentes e fugazes, quem poderia imaginar que uma revista virtual sobre artes visuais criada em 2008 por dois estudantes de artes da UFGRS atingiria seus vinte meses de exist\u00eancia? (NICOLA; NICOLODI, 2011, p.3)<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>A edi\u00e7\u00e3o de uma revista desencadeia um fluxo de a\u00e7\u00f5es, que no caso da Panorama, poderia ser seguido a partir do relan\u00e7amento da revista, da elabora\u00e7\u00e3o das normas de submiss\u00e3o e da divulga\u00e7\u00e3o da chamada de textos, artigos e entrevistas. Esse fluxo passa tamb\u00e9m pela espera dos conte\u00fados para a nova edi\u00e7\u00e3o, pelos sons das teclas digitadas durante a escrita de cada texto. Movimento que continua na abertura e na leitura dos arquivos pela equipe; na escrita de e-mails para os autores; na cria\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es entre os conte\u00fados dentro da p\u00e1gina da edi\u00e7\u00e3o; na transforma\u00e7\u00e3o desses em diferentes formatos para a sua posterior releitura (pdf, epub, mobi) em nossas telas com grada\u00e7\u00f5es de luz diversas etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o que a volta da Panorama Cr\u00edtico pode mostrar? As revistas possuem um papel de promo\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos e de grupos, mas elas atuam num \u00e2mbito muito maior do que esse, \u201ccomo as obras liter\u00e1rias ou art\u00edsticas, uma vez publicadas, elas n\u00e3o pertencem mais a seus criadores. Elas v\u00e3o sempre al\u00e9m deles.\u201d<sup>3<\/sup> (CHEVREFILS DESBIOLLES, 2011, p. 19, tradu\u00e7\u00e3o da autora). Sei o que \u00e9 ter vontade de pausar, a Arte ConTexto tamb\u00e9m teve seu per\u00edodo de pausa e de retomada<sup>4<\/sup>. Muitas vezes, me perguntei se deveria me afastar completamente da edi\u00e7\u00e3o da revista, pela dificuldade de transformar o trabalho volunt\u00e1rio da equipe editorial em trabalho remunerado (um problema recorrente de publica\u00e7\u00f5es independentes). No entanto, penso que revistas do g\u00eanero prestam um servi\u00e7o \u00e0 comunidade art\u00edstica, propondo lugares para a experi\u00eancia da escrita, da troca de ideias, do fortalecimento de la\u00e7os, com uma liberdade para se reinventarem quando preciso.<\/p>\n\n\n\n<p>A Panorama Cr\u00edtico esteve em um estado latente ao longo desses \u00faltimos dez anos para encontrar um pa\u00eds com sua esfera p\u00fablica interconectada (RUEDIGER et al., 2014), em que as discuss\u00f5es pol\u00edticas e art\u00edsticas ocuparam definitivamente o espa\u00e7o digital. Das crises que perpassaram os debates da primeira etapa da revista, como as crises da cr\u00edtica de arte, da m\u00eddia e das institui\u00e7\u00f5es culturais brasileiras, muitas delas, ou todas, permanecem em jogo. A essas veio se somar a crise estabelecida pela naturaliza\u00e7\u00e3o do desumano, do irracional, por uma disputa de emo\u00e7\u00f5es n\u00e3o mediadas pela cr\u00edtica. A volta da Panorama se anuncia como uma atitude de resist\u00eancia<sup>5<\/sup> a esse contexto mais amplo que afeta os fazeres da arte. Seu poder de a\u00e7\u00e3o ser\u00e1 intensificado pela abrang\u00eancia que a Internet assumiu entre a popula\u00e7\u00e3o brasileira, mas ser\u00e1 a partir da palavra, da argumenta\u00e7\u00e3o, que ela poder\u00e1 fazer frente a esses descaminhos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity is-style-default\"\/>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Talitha Motter \u00e9 doutoranda em Hist\u00f3ria da Arte pela Universit\u00e9 de Montr\u00e9al (UdeM), onde desenvolve pesquisa sobre as revistas de arte digitais atuantes no Brasil, que inclui a edi\u00e7\u00e3o do blog <a href=\"https:\/\/resensibles.hypotheses.org\/\">R\u00e9seaux Sensibles<\/a>. Desde 2013, atua como coeditora da revista digital independente <a href=\"http:\/\/artcontexto.com.br\/\">Arte ConTexto<\/a>.<\/li>\n\n\n\n<li>\u00ab <em>volont\u00e9 imp\u00e9rieuse d\u2019exprimer quelque chose <\/em>\u00bb.<\/li>\n\n\n\n<li>\u00ab&nbsp;<em>\u00c0 l\u2019instar des \u0153uvres litt\u00e9raires ou artistiques, une fois publi\u00e9es, elles n\u2019appartiennent plus \u00e0 leurs cr\u00e9ateurs. Elles les d\u00e9passent toujours.&nbsp;<\/em>\u00bb<\/li>\n\n\n\n<li>Desde julho de 2021, a Arte ConTexto tem uma nova equipe de editoras: Camila Savoi Borssoi (UdeM), Renata Favarin Santini (UFRJ) e Talitha Motter (UdeM).<\/li>\n\n\n\n<li>&#8220;Voltar para existir, existir para resistir&#8230;\u201d (PANORAMA CR\u00cdTICO, 2021)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n\n\n\n<p>CHEVREFILS DESBIOLLES, Yves. Anch\u2019io son editore. <em>In<\/em>: FROISSART PEZONE, Rossella; CHEVREFILS DESBIOLLES, Yves; MATHIEU, Romain; WAT, Pierre (ed.). <strong>Les revues d\u2019art formes, strat\u00e9gies et r\u00e9seaux au XXe si\u00e8cle<\/strong>. Rennes: Presses universitaires de Rennes, 2011. p. 13\u201119.<\/p>\n\n\n\n<p>______. Introduction. <strong>Les revues d\u2019art \u00e0 Paris, 1905-1940<\/strong>. Arts. S\u00e9rie Histoire, th\u00e9orie et pratique des arts. Nouvelle \u00e9dition mise \u00e0 jour. Aix-en-Provence: Presses universitaires de Provence, 2014. p. 19\u201126.<\/p>\n\n\n\n<p>FABRES, Paola; MOTTER, Talitha. Revista Arte Contexto: Percursos e reflex\u00f5es por meio da escrita. <strong>Revista Desvio<\/strong>, n<sup>o<\/sup> 3, nov. 2021. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/revistadesvioblog.files.wordpress.com\/2021\/11\/edani_paola_talitha.pdf\">https:\/\/revistadesvioblog.files.wordpress.com\/2021\/11\/edani_paola_talitha.pdf<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>KNAAK, Bianca. Bianca Knaak \u2013 Porto Alegre, mundo e lugar nas bienais do Mercosul. <strong>Panorama Cr\u00edtico<\/strong>, n<sup>o<\/sup> 7, p. 75\u201180, ago.\/set. 2010. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/edicoes-anteriores\/edicao-07\/\">https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/edicoes-anteriores\/edicao-07\/<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>LATOUR, Bruno. <strong>Changer de soci\u00e9t\u00e9, refaire de la sociologie<\/strong>. trad. por Nicolas Guilhot. Paris: \u00c9ditions La D\u00e9couverte, 2007.<\/p>\n\n\n\n<p>MOTTER, Talitha. Let\u00edcia Lampert e Rafael Pagatini: produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas que estendem a percep\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea do tempo. <strong>Panorama Cr\u00edtico<\/strong>, n<sup>o<\/sup> 11, p. 19\u201128, jul. 2011. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/edicoes-anteriores\/edicao-11\/\">https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/edicoes-anteriores\/edicao-11\/<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>______. Janelas: da passagem do tempo ao cotidiano compartilhado. <strong>Arte &amp; Ensaios<\/strong>, n<sup>o<\/sup> 27, p. 99\u2011102, 2014. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.ppgav.eba.ufrj.br\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/dossie-thalita.pdf\">http:\/\/www.ppgav.eba.ufrj.br\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/dossie-thalita.pdf<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>NICOLA, Denis; NICOLODI, Alexandre. Editorial. <strong>Panorama Cr\u00edtico<\/strong>, n<sup>o<\/sup> 07, p. 3, ago.\/set. 2010. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/edicoes-anteriores\/edicao-07\/\">https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/edicoes-anteriores\/edicao-07\/<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>NICOLA, Denis; NICOLODI, Alexandre. Editorial. <strong>Panorama Cr\u00edtico<\/strong>, n<sup>o<\/sup> 10, p. 3, mar. 2011. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/edicoes-anteriores\/edicao-10\/\">https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/edicoes-anteriores\/edicao-10\/<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>NICOLODI, Alexandre. <strong>Entrevista com o cofundador da Panorama Cr\u00edtico Alexandre Nicolodi<\/strong>. Porto Alegre\/Montr\u00e9al, 10 jul. 2020. Entrevista concedida a Talitha Motter. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/resensibles.hypotheses.org\/672\">https:\/\/resensibles.hypotheses.org\/672<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>PANORAMA CR\u00cdTICO. Panorama Cr\u00edtico. 1 nov. 2021. <strong>Panorama Cr\u00edtico<\/strong>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/\">https:\/\/panoramacritico.com\/revista\/<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>RUEDIGER, Marco Aur\u00e9lio; MARTINS, Rafael; LUZ, Margareth da; GRASSI, Amaro. A\u00e7\u00e3o coletiva e polariza\u00e7\u00e3o na sociedade em rede para uma teoria do conflito no brasil contempor\u00e2neo. <strong>Revista Brasileira de Sociologia &#8211; RBS<\/strong>, vol. 2, n<sup>o<\/sup> 4, p. 205-234, 10 nov. 2014. DOI 10.20336\/rbs.83. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/bibliotecadigital.fgv.br\/dspace\/handle\/10438\/18148\">https:\/\/bibliotecadigital.fgv.br\/dspace\/handle\/10438\/18148<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Talitha Motter. 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